Imaginem todos os treinadores de futebol do garoto Pelé. Assim também devem ter sido os professores de matemática do menino Gauss.
Não necessariamente o professor deve pretender ser mais sábio e mais inteligente que seus alunos. É o contrário disso. Deve sempre pretender tirar o máximo de seus pupilos para que, algumas vezes - glória das glórias-, alguns deles se tornem muito melhores que o mestre - aquele senhor mais velho e sorridente ali na frente.
Essa é a grande ambição de um VERDADEIRO educador.
Olá Alexandre, agora sou seguidor do seu blog, fico feliz por vc, tive altos e baixos na vida, anos felizes, difíceis e proustianos. Penso na vida, penso muito... Hj trabalho como professor de filosofia, tenho minhas lutas internas e procuro extravasar no conforto da arte e da poesia. Já pensei muita coisa, na vida, já tive muitos sonhos. Hj vejo a vida como um convalescente e um guerreiro. Não sei o que virá adiante, só sei que não temos às vezes o direito de sermos muito exigentes com a vida, pois às vezes a felicidade está em nossa porta e não a encontramos. Vou ler o novo livro de Rubem Fonseca: O seminarista, que tem o mesmo título de um velho livro de Bernardo Guimarães, ouropretano como nós. Um grande abrç e tudo de bom pra vc, sua esposa e André.
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